Confira as imagens e fichas técnicas das obras que serão leiloadas a partir desta quinta-feira (12/04) clicando AQUI

Breves biografias e currículos dos artistas participantes do leilão:

Wagner Malta Tavares
Nasceu em São Paulo, 1964.
Vive e trabalha em São Paulo.
Artista multimídia, Wagner Malta Tavares faz uso do vídeo, escultura, fotografia, desenho, colagem, performance e instalação para dar vazão a sua poética que consiste, em linhas gerais, tornar visível aspectos fundamentais que permeiam as relações entre as pessoas e, entre as pessoas e as coisas do mundo; trazer à experiência sensível aquilo que está latente. Participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior como Instituto Tomie Ohtake, SP, Mac Niterói, RJ,  Centro Universitário Maria Antonia, CCSP, FuNARTE RJ, Rider Project em Chicago e NY e Accident no Mnac em Bucareste. Em 2006 foi selecionado pela Bolsa Iberê Camargo para ser artista residente no The School of The Art Institute of Chicago.

Peter Pumpler
Peter Pumpler trabalha predominantemente com acrílico sobre tela. As propriedades elementares da tinta como material, são o ponto de partida de sua criação artística. Suas obras revelam a capacidade que a tinta tem de escorrer, misturar, secar e quebrar. Pumpler abre mão de ferramentas tradicionais, como o pincel, utilizando a própria tinta como material escultórico. Sua formação na Academia de Artes de Karlsruhe, Alemanha, foi orientada, entre outros, por Peter Ackermann, Ernst Caramelle, Karin Sander e Gustav Kluge. Estudou um ano como aluno visitante com John Armler na Escola Superior de Artes de Braunschweig. Além de exposições individuais na Alemanha e Suíça, fazem parte do currículo do artista.diversos prêmios do mundo das artes, assim como participação em exposições coletivas na Alemanha, Suíça, Islândia, Nova York e Áustria.

Luiz Ernesto
Luiz Ernesto Moraes é artista plástico e professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Ex- aluno desta escola, Luiz Ernesto foi seu diretor de 1998 a 2002. Em 1992, contemplado com uma bolsa de estudos pelo Conselho Britânico, passou um ano na Escócia, no Glasgow Print Studio onde desenvolveu uma série de trabalhos em diferentes técnicas de gravura. Desde 1979, tem participado de exposições individuais e coletivas.
Seu trabalho desenvolve-se em diversos meios, como desenho, pintura, objetos e fotografia e tem como ponto de partida os objetos banais do cotidiano. Para uma exposição sua em 1999, no Paço Imperial, o crítico Agnaldo Farias, assim se referiu ao trabalho do artista: “ As pinturas, desenhos e assemblages de Luiz Ernesto sempre se propuseram a animar as coisas de sua letargia para deixá-las transbordar, fazê-las abandonar seu estado inicial rumo a uma condição próxima. O insólito, dizem seus trabalhos, está aqui mesmo.”
Desde 2001, Luiz Ernesto vem desenvolvendo um trabalho em fibra de vidro, resina de poliéster e fotografia. Sobre este trabalho o crítico Paulo Sérgio Duarte, num texto intitulado “ A solidão das coisas calmas”, escreveu:
“ O que são esses trabalhos de Luiz Ernesto? Não são telas, nem é pintura, ao menos no sentido convencional. No entanto com esta se assemelham, não pela forma no sentido estrito, digamos que lembram a pintura pelo que em inglês chama-se shape. … Na sua fabricação obedecem aos procedimentos da escultura. Têm um molde e lá o artista deita seus lençóis de fibra, seus solventes e suas figuras e suas palavras.
…Apesar de suas dimensões, o verdadeiro tema dos quadros é a nostalgia de um mundo em miniatura, sem violência ou nervosismo, onde as coisas calmas pudessem usufruir a sua solidão.”

Félix Bressan
Escultor. Caxias do Sul, RS, 1964.
Formado em escultura pelo Instituto de Artes da UFRGS, também freqüentou cursos ministrados por Carlos Fajardo e Mary Dritschel. Desde 1992 participa de coletivas e recebeu menções no X Salão de Arte da Câmara Municipal, 1992, e Salão de Arte da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (Chico Lisboa), 1993, ambos em Porto Alegre. Realizou individual denominada O Corpo Ausente, Galeria da Fundação Universidade de Caxias do Sul, e, em 1995, Galeria Thomas Cohn, Rio de Janeiro. Vive e trabalha em Porto Alegre. Em 1995 foi um dos artistas convidados da coletiva itinerante A arte vê a moda, Galeria Xico Stockinger, Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre. Em 1996 é o grande premiado do Salão Jovem Artista – RBS, Usina do Gasômetro, Porto Alegre, e, em 1997, participa da I Bienal do MERCOSUL em Porto Alegre.

Bruno 9li | 1980 – Brasil
Mitológico, espiritual, panteísta: os primeiros adjetivos que definem o mundo metafísico de Bruno 9li, um dos artistas mais interessantes dentro panorama artístico brasileiro. 9li (pseudônimo / abreviatura de Bruno Novelli, 1980) sintetiza sua produção artística em diversas dicotomias e contradições do mundo brasileira: metropolitana, efêmera e tecnológicas.
Em suas obras, os animais parecem saltar para fora dos diários e bestiários das primeiras explorações européias do “Novo Mundo”, heróis épicos fortemente impor-se a atenção do espectador, através de uma imersão em um mundo sobrenatural e ancestral. Um retorno às origens, uma Era de Ouro perdido permeado por simbologia, onde você pode observar claramente referências à cultura pop, comix e filmes de ficção científica.
Com sua linha frenética e saturada, Bruno 9li desenha um mundo caoticamente organizado, governado por uma alquimia misteriosa que controla, entre passado e futuro, morte e ressurreição, a metamorfose fantástica e mutações genéticas de animais e paladins em semideuses e andróides.
Apesar de ser jovem, Bruno 9li tem sido reconhecida mundialmente por suas exposições individuais na Europa, América do Norte e do Extremo Oriente.
Lorenzo Gatti
ROJO ® Creative Director Itália

Rogerio Livi
Desenhos premiados mostram descoberta recente
julho 18, 2010 por rogeriolivi
Com fins artísticos, buscando um “pincel” de máxima leveza, Rogerio Livi encontrou um modo sutil de fazer desenhos, usando bolhas de sabão. O processo exige paciência e experimentação, pois bolhas estouram de repente, respingando de modo incontrolável.
Após anos de persistência, Rogerio colecionou um repertório de resultados. Com 144 pequenos desenhos compôs o trabalho “Microvariações sobre um tema”, que nomeou sua exposição com fotografias e desenhos na Galeria Subterrânea, em 2008. Foi o artista revelação no Prêmio Açorianos de Artes Plásticas.
Desenhos e fotografias de Rogerio Livi já revelavam o anel de pequenas bolhas mostrado na pesquisa publicada na revista Nature e citada pela Folha.
Equipe de cientistas, liderada por James Bird, da Universidade Harvard, com a ajuda de vídeo de alta velocidade, descobriu que bolhas de sabão sobre um fluido não desaparecem depois de estourar. Elas geram um anel formado por outras bolhas menores, como na foto de Bird et al., Nature 465, 759-762 (10 June 2010).

Marcelo Moscheta
1976, São José do Rio Preto . SP
Formado em Artes Plásticas pela UNICAMP em 1999, vive e trabalha em Campinas (SP), onde desenvolve projetos no ateliIe/8, espaço que compartilha com mais 5 artistas e que oferece cursos e oportunidades de realização de trabalhos coletivos. Mestrado em artes visuais pela UNICAMP sob a orientação de Luise Weiss e pesquisa sobre gravuras em grande formatos.
Desde 1999 trabalha com gravura em metal e pesquisa novos suportes e limites, bem como a utilização de vários meios no processo gráfico.
Atualmente a ligação da paisagem com a memória é o principal interesse de sua pesquisa. Desenhos, Fotografias, Objetos e Instalações são utilizados também pelo artista em seus trabalhos
Em seu currículo destacam-se as mostras individuais Contra.Céu, na Capela do Morumbi em 2010, Terra Incognita na Galeria Riccardo Crespi e GRAVITY na Galeria Leme, ambas em 2009. Também neste mesmo ano foi premiado na Bienal de Gravura de Liège, Bélgica e fez residência em Vila Nova de Cerveira para a Bienal de Portugal. Em 2007 foi premiado com a Bolsa Iberê Camargo para a École des Beaux-Arts de Rennes, França e também realizou a individual STILL no Paço das Artes em São Paulo. Em 2005 recebeu Prêmio Aquisição no XIII Salão da Bahia e em 2009 recebeu o prêmio de trabalho comissionado pelo British Council no 13 Festival da Cultura Inglesa em SP sobre trabalho inspirado na obra de Alexander Cozens.
Possui obras nas coleções Gilberto Chateaubriand/MAM-RJ, RNA Foundation em Moscou, MAC Campinas, MAM Bahia, MAC Goiânia, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Pinacoteca Municipal de São Paulo (CCSP), MAMAC Liège e MASC Florianópolis.
Suas próximas exposições serão no Centro Universitário Mariantônia USP e na Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre, ambas em 2010.

Raul Mourão
( Rio de Janeiro, RJ, 1967). Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Ao lidar com múltiplas linguagens – cinema, vídeo, desenho, escultura e performance –, Raul Mourão tem nas poéticas da cidade (em especial sua cidade natal) uma fonte permanente de influência em sua obra. Na condição de estudante da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, mantém contato com nomes como Cabelo, Daniel Feingold e José Bechara. Desde 1989, seus registros fotográficos de grades utilizadas para segurança no Rio contribuem para série homônima, na qual reflete sobre a paisagem urbana.
Nos anos 1990, começa a trabalhar com cinema e videoclipes, muitas vezes em parceria com o diretor Roberto Berliner. Em 1993, faz sua primeira individual, Humano, no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio, em que exibe trabalhos em mármore, ferro, vidro e água.
O humor é outra característica forte da obra de Mourão, e isso fica evidente na série Luladepelúcia, em que o artista cria peças de pelúcia a partir da imagem de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil.
Com suas esculturas de ferro, Mourão ironiza a cultura dos excessivos sistemas de proteção presentes nas grandes cidades brasileiras. Como frisa Paulo Herkenhoff em livro publicado pela Casa da Palavra, o artista “trata de uma geometria do medo em contexto histórico preciso. O medo é o sintoma da violência social brasileira, da exclusão social e da miséria, surgido como reação psíquica ao furto, ao roubo e ao latrocínio. As esculturas são monumentos do tempo presente”.

Mônica Rubinho | 1970 Guarulhos SP
Reside e trabalha em São Paulo SP
Formação
1992 Bacharelado em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina SP
Mônica Rubinho, bacharel em artes plásticas, a artista paulistana possui produção na área desde 1992.
Desenvolve seu trabalho de pesquisa em objetos, fotografias, desenhos e suportes que supram a necessidade de expressão poética da reflexão artística.
As obras, na maioria dos casos, referem-se diretamente à percepção simbólica e afetiva das coisas, estabelecendo limites entre o real e o representado de maneira sutil, através de materiais frágeis, sobreposições de camada veladas, representação gráfica sobrecarregada de traços finos que se esforçam em materializar imagens que existem como possibilidades de sonhos, reais enquanto desejos ou meramente por vontade de ser algo que ocupa um lugar vivo de significados.

Sidney Philocreon
1968 Belém PA
Reside e trabalha em São Paulo SP
Formação
Bacharel em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina – SP

Rafael Alonso (acho que falta mestrado que ele tá fazendo)
Niterói, RJ 1983 – Reside e trabalha no Rio de Janeiro, RJ
Formação
2010 – Bolsa do programa de aprofundamento – Escola de Artes Visuais do Parque Lage. (orientação dos Professores Glória Ferreira, Lívia Flores e Luiz Ernesto de Moraes)
2006 – Formado em Pintura pela Escola de Belas Artes – UFRJ

Marcelo Solá nasceu em Goiânia, em 1971. Vive e trabalha em Goiânia. Seu trabalho está orientado para a nova área limítrofe do desenho, um desenho-pintura, ás vezes desenho-instalação, ou com participação de objetos, sempre como atividade ampliada, quase obsessiva, e que vem ganhando características fora do gênero. Sua obra tem ganhado a atenção da crítica mais inteligente.

José Castrellón (b. 1980, Panama) é um fotógrafo que se identifica com as mudanças culturais, e seu impacto em diferentes locais. Sus sensibilidade como artista é atraída para as forças tridimensionais da sociedade,para as influências culturais de outros povos,assim como as transformações físicas de espaços urbanos ou rurais,provocadas pelo comercialismo e as construções urbanas. Em geral, interessa-se por mudanças pessoais,ou de estilo de vida.
Seu trabalho tem esse intuito: documentar as mudanças dos povos, suas evoluções e involuções dentro da sociedade. Seus documentos de trabalho são testemunhos poéticos, os vestígios dessas culturas.

Gabriel Gimmler Netto, nasceu em Porto Alegre (RS), em 1974. É bacharel em Artes Plásticas e mestre em Design e Tecnologia, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi professor substituto das disciplinas de Design de Superfície e Teoria da Percepção, no Instituto de Artes da UFRGS. Vive no Rio de Janeiro, onde trabalha com arte e design gráfico.
Integra o Atelier Subterrânea, do qual é um dos fundadores e idealizadores. Foi um dos 45 selecionados, entre aproximadamente 1700 artistas de todo o Brasil, para a quarta edição do programa RUMOS ARTES VISUAIS do INSTITUTO ITAÚ CULTURAL. Também foi contemplado com uma das quatro bolsas residências, oferecidas pelo ITAÚ CULTURAL aos artistas selecionados, realizada no INSTITUTO SACATAR, em Itapariaca (BA). Em 2009 participou das duas coletivas (São Paulo e Rio de Janeiro) além de dois recortes curatorias elaborados pela curadoria do programa: MIRANTES, em Rio Branco (AC) e ESPAÇO EM RELAÇÃO, em Salvador (BA). Também expôs em Florianópolis, no 10o Salão Victor Meirelles, em 2008.

Romy Potcztaruk

Fotógrafa, é mestre em poéticas visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e já levou seu trabalho de fotografia, vídeo, intervenções e performances a cidades brasileiras e do exterior, como Berlim e Amsterdam. A artista é vencedora de uma Bolsa Ibere Camargo, além de já ter mostrado seu trabalho único no Paço das Artes e no Instituto Sérgio Motta.

Túlio Pinto (brasília,1974) é formado em artes visuais com habilitação em escultura pela UFRGS (2009). Vive e trabalha em Porto Alegre onde é cofundador e integrante do Atelier Subterrânea. Dentre as suas exposições destacam-se Nova Escultura Brasileira – Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2011; Diagonal – Marp, Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2011; Rastros de Aserrín – Centro Cultural Parque de España, Rosario, Argentina, 2011; Do Atelier ao Cubo Branco – Margs, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011; Horizonte Vazado: artistas iberoamericanos en el fi lo – Instituto Cervantes, São Paulo, 2011; Projeto Tripé: Paralelo 30 – Sesc Pompéia, São Paulo, 2010; Horizonte de Eventos – Fundação Ecarta, Porto Alegre, 2010; Céus Artificiais – Galeria Lunara – Usina do Gasômetro, Porto Alegre, 2010; Duas Grandezas – Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Porto Alegre, 2009; Entre Séculos – Museu Nacional de Brasília, Brasília – DF – 2009, entre outras. Premiações: prêmio no Salão de Arte do Mato Grosso do Sul – 2011; prêmio Energisa de Artes Visuais 2011 – 2012, João Pessoa, Pb; prêmio aquisição Leonello Berti 35° sarp – Ribeirão Preto, SP, 2010; iv prêmio Açorianos de Artes Plásticas – Destaque em Escultura 2009 – Porto Alegre, RS. Acervos públicos: Marco – Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande; Museu Nacional de Brasília – Brasília – DF; Museu de Arte de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto – SP e Pinacoteca Municipal Aldo Locatelli – Porto Alegre – RS. Em 2011 recebeu destaque na revista digital da Fundação Iberê Camargo – Bolsa Iberê Camargo 2010, assim como teve projeto selecionado para a Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia, São Paulo, SP.

Lilian Maus
Nascida em Salvador/BA (1983), a artista reside atualmente em Porto Alegre, onde atua como co-gestora do Atelier Subterrânea (www.subterranea.art.br).
Formou-se no Bacharelado em Artes Plásticas: Desenho e na Licenciatura em Artes Visuais no Instituto de Artes da UFRGS, onde concluiu também o Mestrado em História, teoria e Crítica.
Dentre os principais salões destacam-se: Salão de Abril/Fortaleza, 2011 e Abre Alas/Gentil Carioca, 2012, como prêmios destacam-se: Prêmio Funarte Redes 2011 pelo Projeto Free-way (realizado em parceria com Rodrigo John)  e o Prêmio Açorianos pelo trabalho realizado no Atelier Subterrânea em 2011 (Destaque: Espaço Institucional) e em 2009 (Destaque: Projeto Alternativo de Artes Plásticas). Dentre as publicações, destaca-se a organização do livro “Atelier Subterrânea” (Ed. Panorama Crítico, 2010). Suas principais exposições individuais são “Nas entrelinhas do diário” (2007, Studio Clio – Porto Alegre), “Tramas diárias” (2010, Museu do Trabalho – Porto Alegre), “Área de cultivo” (2011, Galeria “A Sala” – IAD, Pelotas). Possui obras nos seguintes acervos públicos: Pinacoteca Aldo Locatelli (Prefeitura Municipal de Porto Alegre), Pinacoteca Barão de Santo Ângelo (Instituto de Artes da UFRGS – Porto Alegre) e no MAC/RS.

Luiz Roque (Cachoeira do Sul, 1979). Vive e trabalha em São Paulo.Trabalha com filme, vídeo e fotografia. Seu trabalho tem sido exibido em mostras e exposições como 17. VIDEOBRASIL (SESC, São Paulo, 2o11), “Constructions Views: experimental film & video from Brazil” (New Museum, Nova York, 2o1o), “Abre Alas 6″ (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2o1o), “Video Links Brazil” (Tate Modern, Londres, 2oo7) e 12a. Biennnial de L’image en Mouvement (CIC, Genebra, 2oo7). Como diretor de arte cinematográfico já trabalhou em parceria com diretores como Beto Brant e Gustavo Spolidoro.